Batalha de Krasnoi
Campanha Russa · Krasnoi, província de Smolensk, Império Russo
Resumo
De 15 a 18 de novembro de 1812, em Krasnoi, na Rússia, a retaguarda de Napoleão foi esmagada por Kutuzov durante a retirada de Moscou. As corporações de Davout, Ney e Eugène perderam cerca de 20.000 mortos, feridos ou capturados. Ney, “o último a deixar a Rússia”, cruzou as linhas russas a pé com um pequeno grupo de sobreviventes.
Contexto histórico
Depois de deixar Moscou incendiada (19 de outubro de 1812), o Grande Armée recuou em direção a Smolensk e à Polônia. Kutuzov evitou a batalha decisiva, mas perseguiu continuamente as colunas francesas. Em Krasnoi, os russos bloquearam a passagem da retaguarda napoleónica, ainda relativamente intacta.
Táticas
Kutuzov concentrou 80 mil homens contra 40 mil franceses dispersos em várias colunas. Os ataques russos isolaram as corporações de Davout e Eugène; Ney, da retaguarda, foi cercado e teve que lutar pela sobrevivência. Os franceses avançaram com grande custo, mas deixaram para trás artilharia, bagagem e milhares de prisioneiros.
Consequências
Krasnoi completou a destruição do exército francês em retirada antes de Berezina. Ney se tornou uma lenda por sua bravura; Davout e Eugène perderam grande parte de suas tropas. A batalha ilustra a eficácia da estratégia de assédio russa, em vez da batalha campal durante a retirada de 1812.