Batalha de Santa Lúcia
Guerra da Independência Americana (teatro caribenho) · Santa Lúcia, Índias Ocidentais
Resumo
Em 15 de dezembro de 1778, o vice-almirante d'Estaing, superior em força naval, bombardeou à distância a Marinha Real de Barrington, ancorada ao largo de Santa Lúcia, sem destruí-la, e então tentou um desembarque para retomar a ilha recentemente ocupada pelos britânicos; a operação terrestre terminou num fracasso sangrento e o domínio britânico foi mantido.
Contexto histórico
No teatro caribenho da Guerra da Independência Americana, a França e a Grã-Bretanha lutaram pelo controle de ilhas estratégicas. Os britânicos tomaram Santa Lúcia em novembro de 1778, após tomarem Dominica; d'Estaing chegou para tentar reconquistá-la, mas perdeu a chance de destruir a esquadra surpreendida fundeada.
Táticas
d'Estaing, com um esquadrão mais forte, contentou-se com tiros de canhão de longo alcance contra navios britânicos em vez de um combate próximo, depois priorizou o desembarque de tropas para retomar a ilha. As forças britânicas, bem fortificadas e apoiadas pelo controlo marítimo, repeliram o desembarque e mantiveram as suas posições.
Consequências
A derrota francesa manteve Santa Lúcia como base naval britânica nas Antilhas. d'Estaing compensou parcialmente esta perda ao tomar posteriormente São Vicente e Granada, mas o fracasso de dezembro de 1778 limitou de forma duradoura o controle francês do arquipélago naquela época.