Batalha de Granada
Guerra da Independência Americana (teatro caribenho) · ao largo da ilha de Granada, Mar do Caribe
Resumo
A Batalha naval de Granada é uma vitória francesa que permite a d'Estaing manter o controle do Caribe e apoiar as operações francesas e americanas contra os britânicos.
Contexto histórico
Em 2 de julho de 1779, o conde d'Estaing desembarcou 1.200 soldados em Granada e tomou a ilha em dois dias, com a guarnição britânica se rendendo com 700 prisioneiros. Em 6 de julho, o almirante Byron chegou com um comboio de reforço, sem saber que a ilha já era francesa e engajado na batalha naval no mar.
Táticas
Os dois esquadrões lutaram em duas passagens paralelas com canhões ferozes; d'Estaing posicionou sua frota em formação compacta e aproveitou o vento. Os navios franceses na linha de frente, principalmente o Languedoc, sofreram graves danos, mas repeliram o ataque desorganizado de Byron.
Consequências
A batalha naval de 6 de julho foi uma vitória tática francesa: Byron, com quatro navios desativados, teve que recuar, mas d'Estaing não aproveitou a sua vantagem e deixou a esquadra britânica escapar. A captura da ilha consolidou temporariamente a presença francesa nas Antilhas.