Batalha de Chesapeake
Guerra da Independência Americana · Baía de Chesapeake, Virgínia, Estados Unidos
Resumo
Em 5 de setembro de 1781, na Baía de Chesapeake, o almirante de Grasse derrotou a frota britânica de Graves, evitando que Cornwallis fosse socorrido ou evacuado por mar. Esta vitória naval francesa, conquistada duas semanas antes de Yorktown, foi essencial para o sucesso do cerco franco-americano. De Grasse perdeu 220 homens, Graves cerca de 320.
Contexto histórico
Washington e Rochambeau planejavam atacar Cornwallis na Virgínia, mas precisavam do controle naval de Chesapeake. De Grasse deixou as Antilhas com 28 navios de linha e 3.000 soldados adicionais. Graves, enviado de Nova York, tentou impedir a junção francesa com as forças terrestres aliadas.
Táticas
Ambas as frotas lutaram em linha de batalha na foz de Chesapeake. De Grasse, superior em número (24 navios a 19), manteve posição e infligiu danos suficientes a Graves para evitar forçar a passagem. Graves retirou-se para Nova York; Cornwallis foi definitivamente isolado.
Consequências
Sem a vitória de De Grasse, Cornwallis poderia ter sido evacuado ou abastecido por mar. Yorktown tornou-se possível e encerrou a Guerra da Independência Americana. A batalha ilustra a importância da marinha francesa na aliança franco-americana de 1778-1783 e o papel decisivo do poder naval nas operações anfíbias.